O problema é seu
Quem desenha uma funcionalidade acompanha até o clube usar — e atende o chamado quando ela falha. Aqui não existe jogar por cima do muro.
A TurfTech está modernizando a operação dos clubes de golfe brasileiros — e faz isso com um time enxuto, perto do campo e do cliente. Não listamos vagas que não existem: mantemos um banco de talentos e chamamos quando a frente abre.
“Aqui ninguém entrega uma tela e passa o problema adiante: quem desenha, acompanha até o clube usar.”
Somos um time enxuto, e isso não é eufemismo para sobrecarga — é a razão de cada pessoa ter contato direto com clubes reais. Quem escreve código conversa com a secretaria que vai usá-lo; quem desenha uma tela vê o starter operá-la no tee do 1.
Dias de campo fazem parte do trabalho, não são exceção: acompanhar uma implantação, assistir a um torneio fechar sem papel, ouvir o greenkeeper explicar por que a janela de manutenção não pode mudar. O produto é bom na medida em que a gente conhece a operação — e a operação fica a uma visita de distância.
O que prometemos aos clubes em quem somos vale primeiro para quem trabalha aqui — cultura que só existe para fora não sobrevive à primeira semana.
Quem desenha uma funcionalidade acompanha até o clube usar — e atende o chamado quando ela falha. Aqui não existe jogar por cima do muro.
Nenhuma decisão de produto nasce numa sala de reunião. Nasce vendo o starter operar, a secretaria fechar um torneio, o greenkeeper planejar a semana.
Nosso usuário não tem equipe de TI. Se a solução precisa de manual para o dia a dia, o problema é nosso — e volta para a prancheta.
Não prometemos prazo que não cumprimos nem funcionalidade que não existe — nem para cliente, nem para candidato. Esta página é um exemplo.
Estas não são vagas abertas — são as três frentes do trabalho. Se o desafio de alguma delas soa como o seu, vale se apresentar.
Next.js e React na plataforma, apps que acompanham o jogador dentro do campo. O desafio real: um scorecard que funciona sem sinal no meio do buraco 14 e sincroniza sem perder uma tacada.
Interfaces para dois extremos: uma secretaria que nunca teve sistema e um jogador no meio da rodada. O desafio real: cada tela precisa se explicar sozinha — ou ela volta.
Implantação lado a lado, treinamento de equipe e a ponte entre o clube e o produto. O desafio real: transformar uma operação de papel em digital sem parar o clube um dia sequer.
Você conhece as etapas antes de começar — e sabe em qual está a cada momento. Processo seletivo também é amostra de cultura.
Uma conversa franca sobre trajetória, interesse e o momento do time — para os dois lados decidirem se vale seguir.
Um exercício próximo do trabalho real, com escopo e prazo definidos. Quando exige dedicação significativa, é remunerado.
Você conhece as pessoas com quem trabalharia — e pergunta o que quiser, inclusive o que não está nesta página.
Condições claras, por escrito, com tempo para decidir. Sem pressão de resposta no mesmo dia.
Quando uma frente abre, começamos pelas pessoas que já se apresentaram — não por um anúncio. Se o trabalho descrito aqui faz sentido para você, este é o momento de aparecer.
Use o formulário de contato, mencione “carreiras” no assunto e conte em poucas linhas o que você faz bem e qual frente interessa. Portfólio, GitHub ou LinkedIn ajudam — carta de apresentação formal, não precisa.
Toda apresentação recebe resposta — mesmo quando a frente ainda não abriu.
Apresente-se em poucas linhas — a conversa inicial é franca, curta e sem compromisso dos dois lados.
Sem compromisso · Resposta em até 24h úteis